Semana começa agitada no mercado do milho



A semana começou agitada para os preços do milho no mercado físico brasileiro. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas desvalorizações nas praças de Palma Sola/SC (1,23% e preço de R$ 40,00), Rio do Sul/SC (2,38% e preço de R$ 41,00), Cascavel/PR (2,63% e preço de R$ 37,00), Sorriso/MT disponível (3,33% e preço de R$ 29,00), Luís Eduardo Magalhães/BA (3,66% e preço de R$ 39,50) e Ponta Grossa/PR (4,44% e preço de R$ 43,00).

Já as valorizações apareceram em Pato Branco/PR (1,31% e preço de R$ 38,70), Ubiratã/PR (1,35% e preço de R$ 37,50), Londrina/PR (1,35% e preço de R$ 37,50), Campinas/SP (1,96% e preço de R$ 52,00), Porto Paranaguá/PR (2,17% e preço de R$ 47,00), Anambai/MS (2,78% e preço de R$ 37,00), Sorriso/MT (3,45% e preço de R$ 30,00).

De acordo com o boletim diário da Radar Investimentos, a pressão de baixa no mercado físico parece ter encontrado um piso. “As cotações ficaram relativamente sustentadas ao redor de R$48,50/sc, CIF, 30d na região de Campinas-SP. Por outro lado, as tensões políticas externas e internas deixam o produtor cauteloso em relação ao câmbio”.

Ainda nesta segunda-feira, o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) divulgou seu reporte semanal dando conta de que o movimento de queda dos preços domésticos do milho perdeu força nos últimos dias.

Segundo colaboradores do Cepea, diante da irregularidade das chuvas e de possíveis impactos sobre a produtividade da segunda safra, muitos produtores diminuíram a oferta no spot e elevaram os valores pedidos.

“Contudo, os preços internacionais em queda e a cautela de compradores em adquirir grandes lotes ainda impedem valorizações domésticas do cereal. Quanto às negociações, predomina a cautela de compradores, devido ao atual cenário econômico. Esses agentes optam por adquirir apenas lotes pontuais para curto prazo”, diz a publicação.

Entre 23 e 30 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) avançou 0,3%, a R$ 48,35/sc de 60 kg na quinta-feira, 30. “Nessa região paulista, produtores e cooperativas limitaram o volume ofertado e elevaram o preço pedido pelo cereal. A disponibilidade de milho de outros estados em São Paulo também diminuiu”, conclui o Cepea.




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